Práticas recomendadas de onboarding de cripto: design, conformidade e conversão que escalam

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Saiba mais 
  1. Introdução
  2. Por que onboarding é a parte mais difícil da adoção de cripto?
  3. Quais etapas definem um processo completo de onboarding?
    1. 1. Criação de conta
    2. 2. Verificação de identidade
    3. 3. Custódia de carteiras e chaves
    4. 4. Primeira transação e educação
  4. Como design e conformidade se encontram em fluxos de onboarding?
    1. KYC no momento certo
    2. Conformidade com cara de gente
    3. Checagens de identidade na medida
  5. Quais são pontos comuns de atrito para usuários?
    1. Usuários de varejo
    2. Usuários institucionais
  6. Quais são as práticas recomendadas para onboarding de cripto?
    1. Entrada simples
    2. Verificação em níveis, flexível
    3. Educação embutida
    4. Confiança por design
    5. Melhoria constante
  7. Como o Stripe Payments pode ajudar

É no onboarding que muitos produtos de cripto quebram. Usuários travam em checagens de identidade, se confundem com gestão de chave de acesso ou saem antes de colocar fundos na conta. O que deveria ser um começo rápido vira um despenhadeiro de conversão.

Corrigir onboarding de cripto exige repensar a experiência de dentro para fora. A seguir, falamos do que um onboarding moderno precisa e como fazer onboarding de um jeito que funciona.

O que tem neste artigo?

  • Por que onboarding é a parte mais difícil da adoção de cripto?
  • Quais etapas definem um processo completo de onboarding?
  • Como design e conformidade se encontram em fluxos de onboarding?
  • Quais são pontos comuns de atrito para usuários?
  • Quais são as práticas recomendadas para onboarding de cripto?
  • Como a Stripe Payments pode ajudar

Por que onboarding é a parte mais difícil da adoção de cripto?

Em 2024, apenas 6,8% da população global tinha cripto. Um dos principais motivos da hesitação da maioria é um onboarding excessivamente complicado. Verificação de identidade causa grandes quedas, com algumas plataformas relatando que até 70% de possíveis usuários abandonam porque o fluxo parece lento, confuso ou arriscado.

O onboarding típico pede muitos dados pessoais e força decisões sobre conceitos de cripto que podem ser novos. Isso funciona para quem quer ir fundo, mas quem está curioso ou inseguro tende a desistir.

Para usuários corporativos, os problemas são complexidade ao longo do tempo, acompanhar exigências de KYC, fluxos de conformidade pouco claros e idas e voltas de documentação. Se o onboarding se arrasta, o apoio interno começa a perder força.

Onboarding é o primeiro momento de verdade de um produto de cripto. Se parecer lento, arriscado ou opaco, você perde clientes novos.

Quais etapas definem um processo completo de onboarding?

Onboarding de cripto é um processo em camadas que leva alguém por checagens de identidade, configuração de carteira, acesso a pagamentos e educação. Em geral, o fluxo fica assim:

1. Criação de conta

Essa parte precisa ser rápida: só e-mail, senha e talvez nome ou país, se for necessário para checagens de risco. Coloque usuários para dentro antes de pedir que eles abram a vida inteira. Plataformas líderes reduzem abandono mantendo esse passo o mais simples possível. Algumas oferecem OAuth ou login com um toque, o que pode aumentar a conversão em cerca de 20% a 40%.

2. Verificação de identidade

Aqui é onde muita gente desiste, dependendo de como o fluxo foi desenhado. Plataformas que tratam KYC como experiência de produto conseguem mais conclusões e menos chamados no suporte. Bons fluxos usam:

  • KYC em camadas: peça o mínimo de informação no começo para uso de baixo volume. Colete mais dados apenas quando o uso acionar limites de risco mais altos.

  • Checagens rápidas e embutidas: leitura de documentos no celular e captura de selfie podem verificar usuários em segundos.

  • Microtexto que dá segurança: frases como “Isso costuma levar 90 segundos” ou uma explicação curta do motivo do ID ajudam a criar confiança e reduzir abandono.

3. Custódia de carteiras e chaves

Onde os fundos vão ficar? Usuários novos geralmente recebem carteiras custodiais, enquanto usuários avançados podem preferir trazer a própria carteira ou configurar carteiras autocustodiais. Um onboarding eficiente ajuda a escolher o tipo de custódia sem presumir conhecimento profundo de gestão de chaves. Algumas plataformas também permitem trocar depois (de hospedada para autocustódia), conforme o usuário ganha confiança. Fluxos amigáveis costumam oferecer essa escolha cedo e desenhar ambos os caminhos para parecerem seguros.

4. Primeira transação e educação

O onboarding precisa conduzir o cliente por ações no contexto, com tooltips claros, explicações curtas e lembretes no momento certo. Uma demo guiada pode transformar curiosidade em compromisso rapidamente.

Como design e conformidade se encontram em fluxos de onboarding?

Um onboarding bem desenhado aumenta a conversão e, ao mesmo tempo, passa no crivo jurídico. Esse é o dilema de todo time de cripto: como manter a experiência limpa e rápida quando KYC, PLD e controles de risco são inegociáveis? Quando design e conformidade trabalham juntos desde cedo, o onboarding fica mais rápido, mais seguro e mais confiável.

Princípios para equilibrar design e conformidade:

KYC no momento certo

Definir quando exigir verificação de identidade é uma decisão central. Algumas plataformas fazem KYC já no registrar-se, enquanto outras adiam até o usuário querer fazer depósito, negociar ou retirar. Adiar muitas vezes melhora a conversão, porque quem já explorou o produto tende a aceitar melhor alguns passos extras. O melhor momento depende da sua jurisdição, do modelo do produto e da tolerância a risco. Times que tratam “timing” como uma alavanca de design conseguem fazer concessões com mais clareza.

Conformidade com cara de gente

O design define como a conformidade é percebida. Microtextos como “Isso protege sua conta” ou “Leva menos de 2 minutos” reduzem ansiedade durante checagens de identidade. Dividir formulários longos em etapas menores e mostrar uma barra de progresso também ajuda. Outra medida eficiente é desenhar um fluxo que execute checagens em segundo plano, como preencher automaticamente o país do usuário com base no IP e fazer triagem de nomes em listas de sanções e listas de monitoramento.

Checagens de identidade na medida

Nem todo usuário precisa do mesmo nível de rigor. Um sistema de onboarding baseado em risco pode adaptar checagens com base em fatores como comportamento do usuário, região e tamanho da transação. Por exemplo, um usuário novo comprando US$ 25 em Bitcoin não deveria enfrentar as mesmas checagens que uma instituição comprando US$ 250.000. Bons fluxos ajustam o processo dinamicamente, mantendo a experiência clara e amigável.

Quais são pontos comuns de atrito para usuários?

Dificuldades de onboarding mudam conforme o público. Usuários de varejo abandonam por alguns motivos, enquanto instituições enfrentam outro conjunto de obstáculos. Entender essa diferença evita que você construa fluxos pesados demais.

Desafios comuns por tipo de usuário:

Usuários de varejo

O abandono no varejo costuma acontecer cedo. Pessoas saem quando formulários são longos ou pouco claros, quando o envio de documento falha ou demora, ou quando o aplicativo parece inseguro. Também desistem se forem obrigadas a decidir sobre coisas que ainda não entendem (por exemplo, custódia, tarifas de gas, frases-semente). Usuários de varejo esperam experiências intuitivas, rápidas e amigáveis em dispositivos móveis. Se o onboarding parecer confuso, lento ou pouco confiável, muitos não concluem.

Colocar fundos é outro gargalo. Muitas plataformas ainda não têm formas de pagamento locais, especialmente fora da América do Norte e da Europa. Se o usuário não consegue adicionar fundos com facilidade, ele pode abandonar.

Usuários institucionais

Instituições tendem a aceitar KYC, porque esperam due diligence. O risco aumenta quando o processo se arrasta, as expectativas não são claras ou o suporte parece distante.

Custódia adiciona outra camada. Instituições normalmente usam custodiante terceirizado, e configurar custódia exige coordenação, integrações seguras de API e permissões detalhadas.

Para instituições, o onboarding precisa parecer mais uma integração com atendimento dedicado do que um aplicativo de autoatendimento. Representantes dedicados, documentação clara e prazos rápidos deixam o onboarding viável para empresas.

Quais são as práticas recomendadas para onboarding de cripto?

Em cripto, onboarding é parte do produto. Quando funciona, usuários se registram e ficam. Você reconhece um fluxo maduro pela forma como ele equilibra três coisas: clareza, flexibilidade e confiança. Os melhores parecem simples, mas lidam com risco, conformidade e educação nos bastidores.

Como isso aparece na prática:

Entrada simples

  • Mantenha o cadastro o mais curto possível, normalmente só e-mail, senha e localização.

  • Use perfilamento progressivo para pedir mais dados apenas quando necessário.

  • Ofereça login único (SSO), preenchimento automático e opções OAuth para reduzir atrito.

Verificação em níveis, flexível

  • Ajuste a profundidade do KYC ao uso pretendido ou aos limites de transação.

  • Automatize checagens de ID quando possível, mas explique ao usuário o que está acontecendo e por quê.

  • Ajuste fluxos por país ou perfil de risco para cumprir exigências regulatórias sem pesar em usuários de baixo risco.

Educação embutida

  • Explique termos no contexto: tooltips e microtextos são alternativas mais fáceis do que glossários.

  • Entregue aprendizado na hora da ação.

  • Guie o usuário nas primeiras transações com prompts úteis ou demos.

Confiança por design

  • Seja transparente sobre etapas de segurança e tratamento de dados.

  • Use uma IU clara e sinais familiares, como barras de progresso e modais de confirmação.

  • Traduza fluxos para documentos, formas de pagamento e expectativas de conformidade regionais.

Melhoria constante

  • Colete dados no funil.

  • Monitore onde usuários abandonam.

  • Teste e melhore para aumentar taxas de conclusão.

Como o Stripe Payments pode ajudar

O Stripe Payments fornece uma solução de pagamentos global unificada que ajuda qualquer empresa a aceitar pagamentos com carteira digital online, pessoalmente e em todo o mundo.

O Stripe Payments pode ajudar você a:

  • Otimizar sua experiência de checkout: crie uma experiência sem atritos para o cliente e economize milhares de horas de engenharia com interfaces de usuário de pagamento pré-criadas, acesso a mais de 100 formas de pagamento, incluindo mais de uma dúzia de métodos de pagamento de carteira digital e o Link, uma carteira criada pela Stripe.

  • Expandir para novos mercados com mais rapidez: alcance clientes em todo o mundo e reduza a complexidade e o custo da gestão de múltiplas moedas com opções de pagamento internacionais, disponíveis em 195 países e mais de 135 moedas.

  • Unificar pagamentos pessoalmente e online: acompanhe e concilie facilmente pagamentos de carteira digital em canais online e presenciais.

  • Melhorar o desempenho de pagamentos: aumente a receita utilizando ferramentas configuráveis e simples de usar, incluindo proteção contra fraudes no-code e recursos avançados que aumentam as taxas de autorização.

  • Crescer com uma plataforma flexível e confiável: opere sobre uma infraestrutura projetada para escalar, com 99,999% de disponibilidade histórica e alta confiabilidade.

Saiba mais sobre como o Stripe Payments pode potencializar seus pagamentos digitais e presenciais, ou comece já.

O conteúdo deste artigo é apenas para fins gerais de informação e educação e não deve ser interpretado como aconselhamento jurídico ou tributário. A Stripe não garante a exatidão, integridade, adequação ou atualidade das informações contidas no artigo. Você deve procurar a ajuda de um advogado competente ou contador licenciado para atuar em sua jurisdição para aconselhamento sobre sua situação particular.

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